Polifarmácia e os Problemas Relacionados aos Medicamentos no tratamento da hipertensão arterial de idosos acompanhados no ambulatório de Geriatria e Gerontologia da Unifesp

Beatriz Vieira Moura, Guiomar Silva Lopes

Resumo


Resumo: estudar a polifarmácia entre os idosos com hipertensão arterial em acompanhamento no ambulatório especializado e a frequência de “problemas relacionados aos medicamentos”. Estudo clínico randomizado delineado por conveniência (não probabilística) exploratório e descritivo, com participação de 104 idosos com hipertensão arterial que estavam sendo acompanhados no ambulatório de Geriatria e Gerontologia da Unifesp- São Paulo. Os dados foram obtidos por meio do questionário para identificação das condições de saúde (comorbidades) e utilização de medicamentos. Foi definida polifarmácia ao consumo diário de cinco ou mais medicamentos. Os Problemas Relacionados aos Medicamentos (PRM), classificados pelo método Pharmacists Workup of Drug Therapy (PWDT) e definidos como resultados clínicos negativos, derivados da farmacoterapia. A análise descritiva completa foi realizada para todas as variáveis quantitativas e a distribuição da frequência relativa (percentuais) para todas as demais variáveis qualitativas a distribuição da frequência relativa (percentuais) onde foi utilizado o teste de Igualdade de Duas Proporções, adotou-se um nível de significância de 5% (p<0,05) com intervalo de 95% de confiança. O número de comorbidades nesta população variou de 3 a 4, sendo que as doenças osteoarticulares e a depressão apresentaram-se com maior frequência entre as mulheres. 80% utilizava a polifarmácia, com alta frequência de PRM, caracterizadas pela não adesão ao tratamento, reação adversa e dose alta.


Palavras-chave


Hipertensão arterial em idosos, Polifarmácia e Problemas Relacionados aos Medicamentos.

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