Trabalhador no contexto da acumulação flexível

Roney Gusmao Carmo

Resumo


Embora consideremos a existência de transformações no sistema capitalista a partir da ideia de flexibilização nesse período de virada de séculos, é importante salientar que coexistem o “velho” e o “novo”, a perpetuação e a mudança. Nesse sentido, o presente texto se empenha em compreender a forma como os “novos” paradigmas da acumulação flexível impactaram a subjetividade dos trabalhadores e as representações suscitadas no terreno da cotidianidade do trabalho. No percurso de análise que propomos, a consciência do trabalhador se associa à sua prática social cotidiana e, como tal, se metamorfoseia em consonância com as remontagens do sistema que ocorrem numa dimensão macro-estrutural.


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