CARTOGRAFIAS LITERÁRIAS PELAS NOITES BRANCAS DE SÃO PETERSBURGO

Luciana Marino Nascimento, Ursula Scheidt

Resumo


No século XIX, a cidade desponta como cenário privilegiado para a encenação do progresso nascente, com a industrialização e a moderna urbanística. Todos esses fatores influenciaram na sensibilidade, nos modos de vida, nos usos e costumes, tendo em vista que o urbano povoa o imaginário social de então. Nesse sentido, pretende-se, neste trabalho, realizar uma leitura da obra Noites Brancas, de Fiódor Dostoievski, tendo como fio condutor a modernidade e a presença da máscara do flâneur, persona do literato na modernidade, muito bem estudada por Walter Benjamim na obra de Baudelaire. Para tanto, além dos textos de Berman (1986); Benjamim (1194); também utilizaremos como sustentação, os textos de Ferrara (1996); Simmel (1980); Calvino (1996) e de Branco (2013).


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