EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS BRASILEIRAS SOBRE ADESÃO À TERAPIA ANTIRRETROVIRAL POR PESSOAS QUE VIVEM COM HIV/AIDS

Érick Igor dos Santos, Aline Lima da Silva, Pedro Paulo Corrêa Santana, Carlos Henrique Amaral de Barros, Creuza Tatagiba de Assis, Priscila Martins Nogueira, Phelipe Austríaco Teixeira

Resumo


Esta pesquisa objetivou descrever os registros científicos brasileiros acerca da adesão à terapia antirretroviral (TARV) por pessoas que vivem com HIV/AIDS. Tratou-se de um estudo descritivo, de revisão integrativa de literatura, realizado na base LILACS e na biblioteca virtual SciELO, acessadas por intermédio da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Como resultados, obtiveram-se as categorias: conceitos de adesão antirretroviral, condições de adesão/não adesão/abandono à terapia antirretroviral, a influência da terapia antirretroviral na vida de alguns dos diversos grupos populacionais e ações de enfermagem para a promoção da adesão à terapia antirretroviral. Concluiu-se que as dificuldades de adesão à TARV mostram-se oriundas, dentre outras coisas, ao baixo nível educacional, ao déficit de suporte familiar e social, consumo de bebida alcoólica e drogas ilícitas e efeitos colaterais proporcionados por tais medicamentos. Assim, a enfermagem brasileira deve ser capaz de assistir aos sujeitos que necessitam da TARV em seus fatores psicossociais e demandas de saúde, instrumentalizada, sobretudo, pela sistematização da assistência.

Palavras-chave: Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, Adesão à Medicação, HIV.


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