CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM CÂNCER DE RETOSSIGMÓIDE E USO DE ILEOSTOMIA: ESTUDO DE CASO

Laryssa Cristhine da Silva Pedrosa, Priscila Santos da Silva, Fabio José de Almeida Guilherme, Danielle Costa de Souza, Maria da Soledade Simeão dos Santos

Resumo


O câncer do retossigmóide é uma doença altamente prevalente, sendo considerado um problema de saúde pública em vários países. Sua incidência vem aumentando gradativamente, o câncer colorretal abrange tumores que acometem um segmento do intestino grosso (o cólon) e o reto. Ele é na maioria dos casos curável, quando detectado precocemente Esses tumores podem ser detectados através de dois exames: pesquisa de sangue oculto nas fezes e colonoscopia. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer - INCA (2006), uma maneira de prevenir o aparecimento dos tumores seria a detecção e a remoção dos pólipos antes de eles se tornarem malignos.  A estimativa de novos casos é de 32.600, sendo 15.070 homens e 17.530 mulheres (INCA, 2014). O número de mortes quando não tratado ou detectado precocemente é de 14.016, sendo 6.818 homens e 7.198 mulheres (INCA). Frente ao contexto, este estudo tem como objetivo estabelecer o processo de enfermagem, segundo Taxonomia I de NANDA (2012-2014). sobre os diagnósticos de enfermagem ao paciente portador de câncer retossigmóide.

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