CONDUTAS DO ENFERMEIRO NA SÍNDROME LANCE-ADAMS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

Henrique Prado Inácio, Rony Natal Camcilheri, Bruno Leal Barbosa, Aline Affonso Luna

Resumo


Atualmente dispomos de um grande avanço no que se refere aos Equipamentos Médico-Assistenciais (EMA) visando garantir a segurança do paciente, permitindo através de monitores multiparamétricos, exames laboratoriais e de imagem acompanhar parâmetros hemodinâmicos alterados que podem levar a uma Parada Cardiorrespiratória (PCR).

Os sinais de alerta permitem que os profissionais intervenham imediatamente impedindo que o paciente chegue de fato a uma PCR. Quando a intercorrência é inevitável deve-se agir de maneira exata para estabilização do quadro clínico do paciente. No entanto, nos deparamos com situações de difícil reversão presenciando casos de longa permanência em PCR, mesmo mediante a utilização de todas as manobras e medicamentos preconizados no protocolo de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) pela American Heart Association(HAZINSKI, 2012).  


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