ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO TRATAMENTO DE FERIDAS POR TERAPIA DE PRESSÃO SUBATMOSFÉRICA (VAC) NA UTI

Raiane Lima Dias de Abreu, Scarlet Kelen da Costa Gomes, Angelina Alves Silva, Claudinei Freitas Brum, Marcianila Baptista de Azevedo

Resumo


As lesões que comprometem áreas extensas do corpo requerem métodos de tratamentos especiais para sua solução, denominadas com feridas de alta complexidade, devido ao seu processo de evolução repentino, ou ainda, oferecem ameaça à integridade do membro ou da própria vida do paciente.

A pressão negativa favorece a drenagem de fluidos exacerbados no leito da ferida e do espaço intersticial, com uso desse sistema reduz-se a quantidade de microrganismos que colonizam a ferida e por consequente diminui-se o edema, o que favorece uma maior irrigação do fluxo sanguíneo para o local e a posteriormente a fase de revascularização se inicia formando o tecido de granulação.

O mecanismo do vácuo acelera a cicatrização da ferida promovendo a formação de tecido granulado, colágeno, fibroblastos e células inflamatórios, melhorando a ferida para que possa receber enxerto (POTTER; PERRY, 2005).  

Segundo o Ministério da Saúde, a pressão negativa também é conhecida como pressão negativa subatmosférica, atua no leito da ferida através de esponja hidrofóbica de poliuretano conectada por um tubo plástico à bomba de vácuo. Podendo ser ajustada de 50 à 125 mmHg e usada de forma continua ou intermitente.

Observamos que o VAC proporcionou na prática clínica condições para que o organismo abreviasse o processo inflamatório, contribuiu significativamente para a evolução da cicatrização, tendo se mostrado superiores quando comparado aos tratamentos convencionais.


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