PERCEPÇÃO DAS ACOMPANHANTES DE CRIANÇAS INTERNADAS SOBRE O AMBIENTE, O ACOLHIMENTO E O LÚDICO

Lorena Sousa Soares, Táynna Janayna Carneiro, Maria Augusta Bezerra

Resumo


Introdução: A experiência de enfrentar a doença e a hospitalização na infância, especialmente nas situações de longa permanência e de cronicidade, exige adaptação, pois inclui mudanças psicológicas, físicas e químicas no seu organismo. Objetivo: Compreender a percepção das acompanhantes de crianças internadas em uma Unidade Pediátrica, sobre o ambiente, o acolhimento e o lúdico nas práticas hospitalares. Métodos: Estudo descritivo com abordagem qualitativa. Participaram do estudo 05 (cinco) mães acompanhantes de crianças internadas, com idade entre 23 e 45 anos.  A coleta de dados foi individual, a partir de entrevista semi-estruturada, com amostragem intencional, determinada por saturação teórica e balizada a partir de perguntas norteadoras. Resultados: Observou-se a necessidade do brincar e de adaptar as instalações ambientais hospitalares como anseios considerados essenciais na busca por uma assistência de recuperação da saúde humanizada, pautada nas premissas da Política Nacional de Humanização e nos conceitos de ambiência na unidade pediátrica.Conclusões: As mães percebem e reconhecem a necessidade de um ambiente hospitalar adaptado à criança internada. 


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