CONCEPÇÕES DO ENFERMEIRO ACERCA DE TRANSTORNO MENTAL INFANTIL EM ATENÇÃO BÁSICA

Murielly Priscilly de Medeiros Maia, Cecília Nogueira Valença, Maura Vanessa Silva Sobreira

Resumo


RESUMO

A saúde mental infantil merece cuidado especial por parte dos profissionais da atenção básica durante a consulta de Crescimento e Desenvolvimento (C&D). Vê-se necessário o conhecimento de características que possam revelar um possível transtorno mental no infante. Assim, pode-se realizar um tratamento/acompanhamento precoce, sistemático e resolutivo para a criança. Desta feita, pretende-se discutir o papel do enfermeiro na identificação do transtorno mental infantil na consulta de C&D na atenção básica. Trata-se de um estudo descritivo/exploratório com enfoque qualitativo realizado com os 16 (dezesseis) enfermeiros das Unidades Básicas de Saúde da Família do município de Caicó-RN. Os entrevistados relataram despreparo acadêmico em relação ao transtorno mental infantil. Bem como dificuldade de compreensão dos sinais e sintomas da doença mental na criança, ressaltando que o acompanhamento das consultas de C&D ocorre apenas de 0 a 2 anos. Quando algum sinal ou sintoma relevante é identificado, encaminha-se o caso para o médico da atenção básica e, a partir daí, inicia-se os serviços de referência e contra referência. O enfermeiro, quanto sujeito atuante no processo de trabalho da atenção básica, tem importante papel na identificação do transtorno mental infantil através de possíveis sinais e sintomas detectados durante a consulta de C&D.

DESCRITORES: Assistência. Atenção Básica. Enfermagem. Saúde da Criança. Saúde Mental.


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