Distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho: identificação dos fatores socioeconômicos e clínicos autorreferidos por trabalhadores de saúde de uma instituição hospitalar do município de Espinosa, Minas Gerais, Brasil

Patrick Leonardo Nogueira da Silva, Mabson José Dias Monção, Beatriz Ledo Santana Oliveira, Tarcísio Viana Cardoso, Lucas Mendes Soares, Amanda de Andrade Costa

Resumo


Introdução: Os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho podem repercutir em questões sociais e econômicas para o trabalhador, principalmente quando combinadas às incapacidades funcionais, afetando a sua capacidade produtiva e propiciando o seu afastamento laboral. Objetivo: Identificar os fatores socioeconômicos e clínicos autorreferidos por trabalhadores de saúde de uma instituição hospitalar quanto aos distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho. Método: Trata-se de um estudo quantitativo, descritivo e prospectivo, na qual a amostra compreendeu 22 profissionais de saúde de um hospital. Foi utilizado um questionário semiestruturado como instrumento de coleta de dados. Resultado: Prevalência de profissionais jovens do sexo feminino, idade média de 32,27 anos, tempo de serviço médio de 6,89 anos. Apenas 31,8% relataram ter sintomas. Destes, 85,7% relatou dor de coluna. Não houve desenvolvimento de limitações e/ou incapacidades. O risco ergonômico foi unanimemente citado com prevalência da postura inadequada e da dor lombar baixa como principal diagnóstico. Não houve afastamento do trabalho por parte dos profissionais. Conclusão: Houve uma parcela significativa que manifestou sintoma osteomuscular com risco para a alteração em sua qualidade de vida.

Palavras-chave: transtornos traumáticos cumulativos; saúde do trabalhador; qualidade de vida.


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