BOM-CRIOULO: O NATURALISMO ENVIESADO DE ADOLFO CAMINHA

Carlos Eduardo Louzada Madeira

Resumo


O objetivo deste artigo é apresentar o romance Bom-Crioulo (1895), de Adolfo Caminha, por uma perspectiva que contesta sua aderência absoluta ao ideário naturalista. A primeira parte do trabalho esboça algumas considerações sobre a atmosfera oitocentista, impregnada de certezas científicas. Já a segunda parte trata especificamente do livro, procurando mostrar que a narrativa de Caminha está repleta de contradições, que apontam para uma obra talvez ainda não suficientemente estudada e que permanece ocupando um espaço indefinido nas letras brasileiras do final do século XIX.


Palavras-chave


naturalismo; contradição; romance social; violência

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