QUALIDADE DA ÁGUA DA LAGOA DE MARAPENDI, RIO DE JANEIRO, RJ, BRASIL
Resumo
Lagoas costeiras são ambientes sujeitos a grandes alterações decorrentes de fatores naturais e antrópicos. Com o aumento da população na Barra da Tijuca Município do Rio de Janeiro), o desenvolvimento crescente ao redor da Lagoa de Marapendi, fez com que aumentasse a produção e o despejo de dejetos, e isto vem comprometendo a qualidade sanitária do local. O objetivo principal deste trabalho foi caracterizar a Lagoa do ponto de vista microbiológico, obtendo assim, dados sobre as condições sanitárias da água. Foram coletadas 04 amostras de água superficial no mês de agosto de 2005, 03 em diferentes pontos da lagoa e 01 na praia do Recreio dos Bandeirantes. As análises de bactérias heterotróficas totais (BHT), coliformes totais (CT), coliformes fecais (CF) seguiram a metodologia descrita na American Public Health Association. As contagens encontradas no ponto 1 foram de: 1,42 x 105 UFC/ml BHT, 5,40 x 104 NMP/100 ml CT, 7,90 x 104 NMP/100 ml CF; no ponto 2 de: 1,44 x 104 UFC/ml BHT, 5,40 x 103 NMP/100 CT ml, 3,50 x 103 NMP/100 ml CF; no ponto 3 de: 1,17 x 105 UFC/ml BHT, 9,20 x 104 NMP/100 ml CT, 2,40 x 104 NMP/100 ml CF; e no ponto 4 de: 8, 58 x 101 UFC/ml BHT, 2,30 x 103 NMP/100 ml CT, = 8,00 x 101 NMP/100 ml CF. Os resultados indicaram que as águas da Lagoa de Marapendi estavam impróprias para o banho, ao contrário da água coletada na praia do Recreio dos Bandeirantes.
Palavras-chave: Qualidade da Água, Coliformes.
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