A MUNDANIDADE DA AULA DE MATEMÁTICA: SIGNOS EM CONFINAMENTO
Palavras-chave:
aprender, aula, signos mundanos, matemáticaResumo
Este artigo desafia-se a traduzir aprendizados pela interpretação dos mundos dos signos que Deleuze nos apresenta na obra “Proust e os Signos”. Por meio da interpretação dos signos, observamos como as informações, em suas mais variadas formas, remetem-nos a encontros com os velozes, ainda que vazios, signos mundanos em suas manifestações na sala de aula. Com isso, percebemos a necessidade de pensar as aulas de matemática para além de um meio de emissão de signos mundanos, ainda que sua presença seja necessária e essencial ao aprendizado. O artigo se envolve em uma pesquisa na formação de professores, desde estágios de docência às experiências como professores de matemática. Queremos incentivar uma sensibilidade docente em ambientes remotos ou presenciais, vinculados ao ofício de professor. Além de vislumbrar caminhos possíveis de um aprender as matemáticas para além dos dados já presentes na sala de aula, apresentamos tentativas de nomear e realizar associações entre movimentos que já existem nas aulas de matemática e um aprender genuíno.
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