Graciliano Ramos: a narrativa metalingüística e os cárceres da linguagem

Ana Maria Abrahão dos Santos Oliveira

Resumo


O artigo propõe-se a discutir a narrativa metalingüística nos romances de Graciliano Ramos, especialmente São Bernardo (1934) e Angústia (1936) e como o escritor questiona a situação do mercado literário.A literatura pode ser vista ou pensada como um meio de denunciar a injustiça, mas, além disso, pode ser utilizada para servir o mercado literário. Ainda é importante frisar que o trabalho do escritor tinha a preocupação com a reabilitação do romance brasileiro.

Palavras-chave: Graciliano Ramos – metalingüística – mercado literário


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