Songs of Innocence and of Experience: um olhar sobre o processo de tradução

Isabel Cristina Rodrigues Ferreira, Ingred Oliveira Pinto

Resumo


O presente artigo mostra o resultado dos estudos sobre a tradução por meio da análise do processo de tradução de dois poemas de William Blake que formam pares antagônicos publicados em Songs of Innocence and of Experience (1789), “The Blossom” e “The Sick Rose”, respectivamente, traduzidos por Paulo Vizioli (1993) e Renato Suttana (2011). Buscamos fundamentar teoricamente o estudo sobre o processo da tradução literária da língua fonte para a língua alvo, principalmente, em Rosemary Arrojo (1986), Michael Oustinoff (2011), José Paulo Paes (1990) e Paul Ricoeur (2012). Sendo assim, o objetivo do artigo é mostrar as produções dos tradutores para cada um dos poemas e compará-las enfatizando o fato de que há diversas formas e processos de tradução que o profissional pode optar. Concluiu-se, ao final das análises, que o ato de traduzir é um processo de escolhas difíceis que envolvem identificar as linearidades e singularidades que o texto literário possui, para traduzir os efeitos de sentidos que o constituem e que também exige o conhecimento afinco tanto da língua e da cultura de origem como a de chegada.

Palavras-chave


texto fonte; texto alvo; teoria da tradução

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